Terça-feira, 5 de Dezembro de 2006
Li aqui que "muitos senhorios estão a propor aos seus inquilinos acordos informais à margem da nova lei", o NRAU. Tendo em consideração este contexto, acho que outra coisa não seria de esperar. Pelos vistos há quem ache que não.

Assim como há quem ache mal que a Caixa Geral de Aposentações respeite direitos adquiridos, como parece resultar do que li aqui.

Mas o melhor das minhas leituras de hoje está aqui. Os Tribunais encerraram o processo, mas os políticos insistem que alguém tem de ser julgado. Resta saber quem, e que "Justiça" se espera daí.

Confesso que há dias em que fico sem paciência para este País...

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publicado por Nicolina Cabrita às 01:08 | link do post | comentar

1 comentário:
De Je Acuzi a 5 de Dezembro de 2006 às 19:17
O que o NRAU vem provar é que baralhando e voltando a dar fica tudo mais na mesma, desde logo, pela incapacidade das Câmaras Municipais de criarem e porem em acção as comissões arbitrais, para além de outras coisas.
Mas anda tudo parvo ou quê? Então a grande maioria das CM viu os seus orçamentos diminuídos e a possibilidade de recurso à banca vedada por endividamento excessivo (o que acho bem caso a caso apreciado), onde irão agora arranjar verbas e meios para porem as ditas comissões a funcionar? Mais uma em cima do joelho. Viva o Costa, viva! Pim!

A CGA deverá respeitar as reformas em função dos anos e dos descontos efectivamente realizados pelos agora titulares dessas mesmas reformas. Se descontaram como o comum do beneficiários da CGA, então sim. Agora, se for para beneficiar de regimes especiais em que se desconta X anos e a reforma é sobre X x2, como o dos autarcas, altos funcionários do Banco de Portugal, etc., então estou de acordo em que se coarctem tais reformas, uma vez que não há aqui direitos adquiridos, nem nunca os houve, uma vez que andaram milhares de portugueses a descontar para uma ínfima parte de subscritores, i.e., para que estes usufruíssem de reformas para as quais nunca contribuíram. Como se pode falar aqui em direitos adquiridos se nunca houveram os deveres correspectivos.
Não está em causa o respeito por leis da República, porque ao momento há cerca de 144 diplomas sobre segurança social que nunca foram respeitados.
Ainda assim, sabe qual é o vencimento mais alto permitido no sector privado na Suécia, esse país de 3º mundo? Nunca superior a 15 ordenados mínimos nacionais. Estamos a falar de países produtores da Volvo, Saab, indústria farmacêutica de renome mundial, etc.

Quanto ao terceiro item um dia falamos, mas já agora vá pensando em Franco Carlluci, fornecedores de armamento, munições e equipamento ao Irão e ao Iraque (lembra-se da guerra entre eles na década de 80?).
Sei-a uma pessoa íntegra, mas explique-me porque é que testemunhas populares de factos ocorridos com a aeronave ainda em voo, nunca foram tidos em conta. A justiça funcionou? Qual justiça em qual tribunal?
Um dia falamos, há por aí muita gente com o rabo entalado que não conseguiria explicar como e porquê morreu Evo Fernandes ou mesmo Jonas Malheiro Savimbi. Saber sabiam e sabem, não lhes interessa.
I rest my case.


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